“A sinhazinha era uma pessoa simples, e apesar de criada no luxo da casa-grande, de ter viajado pela Europa, de nunca ter passado necessidade, chegou elogiando o sítio, dizendo que ficava muito feliz por me ver tão bem instalada.
A Esméria já tinha comentado que ela era assim por ter sido criada sem mãe, tendo mais contato com as pretas da casa, as únicas que lhe davam afeto, e que elas foram muito importantes para que a sinhazinha não fizesse diferença entre pretos e brancos, ou entre ricos e pobres.”…
…– GONÇALVES, Ana Maria. Um defeito de cor. 5. ed. Rio de Janeiro; São Paulo: Record, 2009. Ebook.
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