Sergio moro é tipo o José Dirceu. Tem uma mentalidade maquiavélica, muuuita sede de poder e é obedecido por asseclas na imprensa e no deep state. Defensor do "choque de iluminismo" e com ligações próximas ao PSDB, ele está em uma cruzada contra conservadores.

São as digitais do moro que estão por trás do novo direcionamento do inquérito inconstitucional do STF que, quando começou, estava voltado para a Lava Jato. Como se sabe, a Força-Tarefa em Curitiba vazou para a Crusoé e para o Jornal Nacional que Dias Toffoli havia sido citado

em delação de Marcelo Odebrecht. Raquel Dodge negou a existência um documento citando o ministro, mas a Lava Jato reforçou sua afirmação. O inquérito ilegal começou assim: acusando os jornalistas que recebem informações privilegiadas da Lava Jato de espalharem Fake News.

A Crusoé, que faz parte de O Antagonista, onde hoje o moro trabalha e de quem ele sempre foi fonte, foi censurada pelo STF. Após um ACORDO com o editor da revista, tudo mudou: a Lava Jato nunca mais falou que Toffoli fora citado, nem os jornalistas fizeram mais matérias sobre

supostas denúncias que a Lava Jato já havia vazado envolvendo ministros do STF. Em vez disso, conservadores que apoiam o governo passaram a ser alvo do inquérito por postarem "opiniões falsas" na internet. Os iluministas querem ditar o que é opinião verdadeira.

Além dos 29 conservadores incluídos no inquérito ilegal, que começou com um cala boca na Lava Jato, a ofensiva anticonservadores do "Acordo Moro/STF" tb vitimou Abraham Weintraub, que pode se tornar o primeiro exilado político da Nova República. Dirceu aplaude o sósia.
